Como a publicidade e propaganda te ajuda a ganhar mais dinheiro

Com a proximidade dos períodos promocionais do varejo, como a black-friday e o natal, acredito que não há momento mais apropriado para falarmos um pouco de uma relação antiga no mercado de comunicação.

 

Varejo e a publicidade possuem uma antiga relação de amor e ódio.

 

O ódio, é conhecido por todo varejista saber da máxima de René Descartes: “Quem não é visto, não é lembrado”,frase essa que é muito bem absorvida pela publicidade e propaganda; ainda mais num mundo competitivo e agressivo como o que vivemos no século XXI.

Hoje em dia, se sua empresa se apoia somente em seu esforço de vendas para conseguir tornar-se referência no mercado local, regional, nacional ou internacional; pode ter certeza de uma coisa, seus dias estão contados.

 

Mas calma, nem tudo está perdido.

Existem alguns meios de construir relevância para sua marca e produto, e é exatamente através do marketing e da publicidade e propaganda que você conseguirá fazer isso de forma estratégica.

 

Existem alguns fatores relevantes para os problemas mercadológicos dos varejistas no Brasil, e entre eles está a falta de recursos, seja eles financeiros ou intelectuais.

 

Mas a problemática da relação varejistas com a publicidade e propaganda é conhecida, já faz algum tempo.

 

Constantemente vemos varejistas reclamar de diversos fatores como o ritmo de vendas, sazonalidade dos clientes e outras demais queixas que uma publicidade e propaganda bem direcionada resolveria.

 

Na realidade, o problema mais recorrente que observo é em relação aos micro-varejistas, como o caso do Seu Manoel.

 

Seu Manoel é o dono de um mercado local.

 

Ele acredita que publicidade e propaganda não é (tão) importante para seu negócio. Utilizando a desculpa de oneração de preços e de que publicidade e propaganda é para os gigantes do mercado, Seu Manoel fecha esta porta e a mantém bem trancada, com medo de “perder” dinheiro ali.

 

Aí está um dos dois tipos de anunciantes varejistas do país.

 

Mas e qual seria o outro tipo?

 

Bem, o outro tipo típico do mercado brasileiro, é o empresário “prepotente”.

 

Independentemente de ter boa publicidade e propaganda à seu serviço, faz questão de aprovar apenas o que lhe convém, matando toda e qualquer estratégia traçada para estreitar relações entre a sua marca e seus consumidores.

Possui uma mentalidade voltada para o preço, tende a fazer sua escolha voltada à prestadores de serviços e fornecedores “mais em conta”.

 

A verdade é que essa persona non grata não sabe que está auto-sabotando seu negócio. Mas então, vamos resumir as figuras:

  1. Aquele que acha que conhece tudo sobre seu negócio, mas quer copiar seus concorrentes;
  2. Aquele que não conhece nada sobre seu negócio e quer quebrar paradigmas.

 

Não é necessário muito tempo para afirmarmos uma coisa: ambos estão perdidos no mercado de comunicação.

Muitas vezes isso se deve a uma infinidade de fatores, como suas trajetórias empreendedoras, seus métodos arcaicos de se fazer negócios e até um certo ceticismo que trazem consigo.

 

Além disso, existe o mito de que pequenos centros, deslocados das metrópoles, não precisem da comunicação em seus negócios, ou seja, vivem um eterno ditado do “time que está ganhando não se mexe”.

 

O fato é que invariavelmente esses negócios se curvarão à publicidade e a comunicação, mais cedo ou mais tarde.

Sabe por que?

Por que toda curva de crescimento orgânico tem prazo de validade.

 

Como assim?

O mercado vive de novidade, de reinvenção, criação de novas demandas e por aí vai.

Não acredite que você empreendedor, dono da loja de eletrodomésticos; junto de seu sobrinho dito criativo, terão a capacidade de entender de todas as ferramentas e técnicas para se fazer um trabalho que possa substituir o trabalho de uma agência.

 

O temor de investir num mercado desconhecido é comum, seja ele a bolsa de valores ou mercado de mídia.

 

Por isso as agências existem, para lhe assessorar em boas escolhas de mídia, criar trabalhos disruptivos ou fazer sua empresa (leia também serviço e produto) ser notado pelo mercado.

Muitos empresários ainda acreditam que podem substituir o trabalho de uma agência ao contratar um estagiário ou um profissional júnior.

A verdade é que esse profissional é despreparado para as adversidades do mercado, para enfrentar as peculiaridades e as sazonalidades do mercado de comunicação.

A intangibilidade do negócio faz muitos crerem que é fácil, simples. Engana-se quem pensa assim. É tão estressante quanto qualquer outro trabalho, mas o processo é extremamente prazeroso para quem realmente tem tesão pelo que faz.

 

Mas então o que faz da publicidade e propaganda um diferencial para meu negócio?

 

Por se tratar de algo específico para cada cliente, suas particularidades são sempre levadas em consideração.

O estilo custom made da publicidade tem a capacidade de potencializar negócios, afinal, ninguém irá anunciar um ponto fraco ou negativo do seu negócio e produto.

 

 

A publicidade e a propaganda tem o poder emular sensações, mudar hábitos, recuperar uma economia, criar imagem, promover o consumo, vender produtos, informar o consumidor, mudar comportamentos e muito mais.

Além disso, a propaganda cria, amplia, consolida e fortifica imagens, conceitos e reputações.

Então, sabemos que a função primordial da propaganda para uma empresa é persuadir o consumidor e gerar demanda.

Viver na ilusão de que um produto se vende apenas por suas qualidades intrínsecas; é uma ilusão que (muitos) empresários passam até se renderem ao real valor de uma comunicação estruturada e bem feita.

É tudo minuciosamente calculado para o consumo, desde a simples vitrine até à disposição dos produtos internos na loja.

Tudo pode (e deve) lhe convidar a consumir.

 

Segundo um estudo da Nielsen, 46% das pessoas no mundo afirmam querer perder o menor tempo possível fazendo compras de supermercado.

 

Então como atrair o cliente?

 

O próprio estudo responde isso. Promoções, um artifício conhecido por estrategistas de marketing de todo o mundo, e uma ferramenta forte aliada a uma publicidade e propaganda bem feita.

 

Imagine você a seguinte situação: Nos outlets norte-americanos, quando você faz uma compra na loja da marca Tommy Hilfiger, ao realizar o pagamento junto de sua nota fiscal vem um cupom de desconto para comprar na Calvin Klein, e vice-versa.

 

 

Mas espera um segundo, elas não são concorrentes de segmento?

Sim, são.

Mas entendem que são mais fortes em rede e que uma faz “propaganda” para a outra.

 

A propaganda ajuda a construir uma atmosfera completa para o consumo. Desde a estratégia até a execução.

Fotos perfeitamente tratadas, muitas vezes em tamanhos enormes nos pontos de venda, que emulam perfeitamente o que você deseja sentir ao olhar para aquela imagem.

 

Tudo são ações pensadas para diferenciar o negócio frente ao mercado.

Mas não se iluda, não adianta ter um produto ou serviço fraco e querer fazer a melhor publicidade do mundo.

 

Isso não irá salvar o seu negócio.

 

Antes de mais nada, a publicidade é uma ferramenta muito importante para alavancar o seu negócio.

 

Agências composta por bons profissionais podem – e devem – interferir em negócios com problemas no ponto de venda, na comunicação interna e outros fatores, que ao sofrerem o primeiro choque, demonstrará toda a transformação que a publicidade e a comunicação pode gerar nos resultados.

 

Então quando pensar em fazer um investimento em comunicação, informe-se bem e converse com a sua agência.

 

Conclusão

Seja você um varejista de pequena escala, ou um varejista com orçamento bilionário, é preciso construir um centro de custos para o marketing e a comunicação do seu negócio.

Afinal, esse é o setor responsável em adquirir novos clientes para a sua empresa.

Quais as estratégias você tem colocado em prática para o seu negócio? Qual o seu caminho mais efetivo para conseguir novos clientes?

By | 2016-11-16T11:00:36+00:00 dezembro 17th, 2014|Business, Educação, Empreendedorismo, Marketing, Publicidade|0 Comments

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Business = Hustler, Designer = Hipster. CEO da Agência Elemento, um cara que ama conteúdo, aprendizado e New York City.